Carros elétricos e movidos a energia solar



O veículo funciona com uma bateria de pequenas dimensões, mas que pode percorrer uma distância enorme


A Lightyear, empresa holandesa de mobilidade limpa, lançou hoje o seu protótipo de longo alcance, o Lightyear One. Trata-se de um carro que pode percorrer até 725 km (450 milhas) usando apenas uma pequena bateria, que pode ser carregada diretamente através da luz solar ou de estações de carregamento convencionais. O veículo elétrico é coberto por painéis solares, e a companhia já planeja vender o modelo ao grande público em 2021.


Os carros elétricos são melhores para o meio ambiente do que os veículos movidos a combustíveis fósseis, mas ainda dependem da rede, que pode ser suja ou limpa dependendo das fontes que usa para sua energia. A ideia é que, com o novo modelo, você possa realizar longas viagens sem depender da infraestrutura de carregamento.

A empresa responsável afirma que essas células solares são 20% mais eficientes que os modelos tradicionais e estão envoltas em vidro de segurança para protegê-las contra danos. E que o carro tem um total de quatro motores elétricos, o que permitirá acelerar de 0 a 100 km/h em 10 segundos.

A Lightyear foi fundada por um grupo de ex-alunos da Universidade de Eindhoven, na Holanda, que venceram a corrida do World Solar Challenge com seus carros solares, batizados de “Stella”. Esses veículos foram realmente capazes de gerar mais energia em seus painéis solares, do que consumiram em média, o que significa que você pode terminar uma jornada com mais carga do que quando começou.


A startup está recebendo os pedidos antecipados dos primeiros 500 carros Lightyear One por um preço de reserva de € 119.000 (cerca de US $ 135.000). O carro em si deverá ter um preço inicial de € 149.000 (cerca de R$ 519 mil). A produção deve começar em um ritmo lento no começo, e a Lightyear não forneceu muitos detalhes sobre como está fabricando essas unidades.


Carros movidos a energia solar e elétricos no Brasil


Carros Movidos a Energia Solar andando pelas ruas é uma cena que, até poucos anos atrás, poderia ser considerada como algo apenas em filmes de ficção científica, nunca uma possibilidade realizável para nós, sociedade sempre tão dependente dos motores à combustão.


Contudo, projetos de carros movidos a energia alternativa, como a solar, há tempos são apresentados como possíveis substitutos aos modelos tradicionais e, com a crescente necessidade da descarbonização mundial, se tornaram um objetivo da indústria automobilística.


Com o desenvolvimento da tecnologia de geração solar elétrica ocorrido nos últimos tempos, carros movidos pela luz do sol despontaram como uma solução já viável aos dias de hoje. 


Embora ainda sejam poucos os modelos de carros solares autogeradores, ou seja, que geram a própria energia que consomem, carros movidos 100% a energia solar são hoje uma possibilidade real através do uso de diferentes tecnologias.


Com a preocupação ambiental e, principalmente, a do bolso na hora de abastecer, a cada dia mais esses veículos “futuristas” tomam as ruas de países ao redor do globo, levando sustentabilidade e, o melhor, economia aos seus proprietários.


Neste artigo iremos falar tudo sobre esses veículos e como já é possível a você abandonar o seu antigo carro à gasolina.


Portanto, se você já pensa em um modelo movido a energia solar para o seu próximo carro, fique atento.


Sistemas Fotovoltaicos: Energia Para Carros Elétricos


Mas não são apenas os veículos que estão tendo sua fonte de energia modificada nos últimos anos, e sim tudo o mais que consome energia, como equipamentos, residências e empresas.


Os carros fazem parte de uma revolução maior e que está ocorrendo nesse exato momento, que é a revolução energética.


O uso da energia solar para gerar a própria energia elétrica e economizar na conta de luz, através da tecnologia dos sistemas fotovoltaicos, não é mais novidade para a maioria dos consumidores brasileiros hoje.


Muitos deles, mais de 64 mil inclusive, já contam com o sistema em suas casas ou empresas e ostentam as placas azuis em seus telhados.


Em franca expansão desde 2012, quando a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) estabeleceu suas regras, o segmento de geração distribuída de energia no país crava níveis de crescimento impressionantes a cada ano.


E isso não é a toa, uma vez que todos consumidores buscam nessa tecnologia a chance de produzir sua própria energia e se libertar das amarras das distribuidoras, obtendo uma segurança contra a contínua inflação energética no país que não apresenta sinais de acabar tão cedo.


Com um desses sistemas instalado, o consumidor consegue gerar até 100% da energia que consome em sua casa ou empresa, podendo utilizá-la para alimentar qualquer equipamento elétrico conectado à tomada.


E é ao juntar essa tecnologia com a dos veículos elétricos que já se torna possível, hoje em dia, possuir um carro movido a energia solar.


Para esses consumidores, o “posto de gasolina” está em cima do telhado de sua casa ou empresa, gerando energia através de células fotovoltaicas.


Uma reportagem divulgada em 2017 pelo programa Auto Esporte, da emissora Globo, entrevistou consumidores e especialistas dessas tecnologias para dar um pequeno vislumbre de uma realidade já existente no Brasil.


O Poder da Energia Solar


Morador da cidade de Jaguariúna, no estado de São Paulo, Leonardo Coelho foi quem falou ao programa sobre o uso dessas tecnologias.


Ele conta como, já possuindo o carro elétrico, assim como uma Scooter também movida a energia, decidiu investir no sistema de energia solar fotovoltaica já na construção da casa onde atualmente reside.


A razão para isso vem na hora em que ele responde a pergunta do apresentador sobre o quanto ele paga pela energia que consome em sua casa e que usa para alimentar seus veículos: 0 reais.


É isso mesmo, com o seu sistema o Leonardo consegue gerar a própria energia e, através do sistema de créditos energéticos criados pela Aneel, compensar toda a energia consumida da rede nos horários em que o sistema não consegue supri-lo.


Vale lembrar, no entanto, que o consumidor com o sistema instalado ainda continua pagando pela taxa mínima da distribuidora, a qual refere-se ao custo de manutenção da rede elétrica e serviços de iluminação pública.


Leonardo é um das centenas de clientes atendidos pela Blue Sol Energia Solar em todo o país. Contando com 14 módulos fotovoltaicos e 1 inversor, seu sistema consegue gerar até 3,7 quilowatt-pico e funciona desde abril deste ano, quando foi instalado.


A reportagem segue mostrando como, associados a fotovoltaica, os carros elétricos estão revolucionando o mercado automobilístico de países desenvolvidos, entregando mais independência ao consumidor que passa a gerar não só a própria energia, como também seu próprio “combustível”.


Com várias das principais montadoras anunciando prazos para início da produção de elétricos e híbridos, além de governos de países colocando prazo para o fim das vendas dos carros à combustão, a matéria mostra como essa é uma estrada sem volta.


Carros Elétricos, onde abastecer ?



Abastecer um carro elétrico custa hoje R$ 0,06 por quilômetro rodado na cidade de São Paulo. Isso significa que o consumidor gastará, na capital paulista, algo entre R$ 9 e R$ 12 para recarregar a bateria dos veículos, que possuem autonomia para rodar entre 160 a 200 quilômetros por carga.


O preço é bem mais baixo do que o desembolsado para encher o tanque de um carro a gasolina ou etanol, que custa cerca de R$ 0,30 por Km rodado. Em compensação, o veículo elétrico não sai hoje por menos de R$ 150 mil.


As estimativas são da EDP, a controladora das distribuidoras de energia Bandeirante e Escelsa, que inaugura hoje o projeto piloto de um posto de recarga rápida para carros elétricos em São Paulo.


O eletroposto fica dentro da Universidade de São Paulo (USP) e faz parte de um estudo encomendado pela EDP para a Fundação Instituto de Administração (FIA), que avaliará o impacto econômico do carro elétrico para os negócios da distribuidora de energia. O levantamento está sendo efeito em parceria com o Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP (IEE) e a Sinapsis, que avaliarão aspectos técnicos e efeitos sobre a rede elétrica.


A recarga rápida, no caso dos eletropostos, representa cerca de meia hora, o tempo necessário para abastecer 80% de uma bateria. A tecnologia significa um grande avanço em relação à recarga lenta, que pode levar entre seis ou oito horas, afirma Miguel Setas, vice-presidente de distribuição da EDP no Brasil. A multinacional portuguesa já possui cerca de 100 pontos de recarga em seu país de origem.


Segundo Setas, ainda levará alguns anos para que o carro elétrico se transforme em um negócio de peso no Brasil. "Com certeza, o cenário vai mudar em 15 anos", afirma Paulo Feldman, professor da FIA que coordena o estudo feito com a EDP. As estimativas apontam que, em 2030, serão vendidos mais carros elétricos que a combustão no mundo.


Segundo Feldmann, não existem hoje mais do que 50 carros elétricos na cidade de São Paulo e a falta de uma massa crítica de veículos é um dos grandes desafios para a realização de pesquisas mais precisas sobre o impacto no mercado brasileiro. A FIA fechou uma parceria com a prefeitura de São Paulo para abastecer, no posto da USP, uma frota experimental de táxis elétricos, com veículos produzidos pela Nissan.


Os países onde os carros elétricos já estão mais consolidados, como a China e Israel, não abrem todos os números, diz Feldmann. O Brasil, acrescenta, terá de conduzir suas próprias pesquisas.


Um dos objetos de estudos da FIA será estimar o volume adicional de energia elétrica que o Brasil precisará gerar para atender à demanda dos veículos. A recarga de uma bateria de um carro elétrico requer 24 KWh, ou o equivalente ao consumo por sete horas de um chuveiro elétrico convencional, diz Feldmann.


Segundo Setas, também existem muitos aspectos regulatórios que precisam ser definidos, entre eles qual será o papel das distribuidoras, cujas concessões são delimitadas por áreas, nas quais elas detêm o monopólio no abastecimento de energia.

As regras atuais não preveem, por exemplo, o fornecimento de energia elétrica para uso móvel. Ironicamente, a EDP vai vender no posto da USP a energia da concorrente Eletropaulo, responsável pela distribuição em São Paulo.


Outras distribuidoras também já iniciaram projetos para o abastecimento de energia de carros elétricos. A CPFL instalou um eletroposto em 2010 em sua sede, em Campinas, e, neste ano, está se dedicando à montagem da primeira bateria de lítio no Brasil para uso em carro elétrico. (Valor Econômico, 28/09)


Os carros elétricos e híbridos do tipo plug-in começam a ganhar mais mercado no mercado brasileiro. Acompanhando este crescimento, o BMW Group Brasil contribui de modo bastante significativo para ajudar na criação da infra-estrutura para atender esta nova frota de carros eletrificados.


Como parte de sua estratégia global chamada de Number ONE>NEXT, o BMW Group Brasil confirma a instalação de 40 novos pontos de recarga até o fim do ano. A iniciativa se dará por novos projetos da empresa, incluindo as marcas BMW e MINI, além de outras iniciativas por meio de diversas parcerias.


“Após conectar as maiores cidades do Brasil com carregadores entre Rio e São Paulo, queremos seguir na liderança para implementar infraestrutura de assistência a modelos eletrificados MINI e BMW, e de outras marcas comercializados no país”, declara Gleide Souza, Diretora de Assuntos Governamentais do BMW Group Brasil.


Atualmente, são 110 postos de recarga distribuídos em todo o território nacional por meio de iniciativas próprias e parcerias com grandes empresas, entre elas Multiplan, Iguatemi, Grupo Pão de Açúcar e Ipiranga. Dentre estes pontos, está o corredor elétrico Rio-São Paulo, uma iniciativa BMW Group Brasil e EDP (empresa do setor elétrico), que possibilita uma viagem zero emissões entre as duas maiores cidades do Brasil.


Pelas contas da BMW e da EDP, o proprietário de um carro elétrico gasta muito menos do que um carro a combustão pagaria para rodar pelo mesmo trecho. Ou seja, R$ 200 em combustível sairia por R$ 50 em energia elétrica. No posto de recarga rápida, o objetivo é possibilitar recarregar 80% da carga em 25 minutos (em uma bateria base de 22 kWh).


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